Hoje ao ler o blogue da Sandytah dei por mim a viajar naquele post… Comecei a pensar em ti e a lembrar-me dos últimos momentos e daquele dia em concreto. O teu nome, as tuas recordações, as tuas fotos ainda são um tabu para mim. Já passaram quatro anos e mesmo assim eu não consigo falar abertamente sobre ti, não consigo olhar para uma foto tua sem começar a chorar e entrar num mar de melancolia e tristeza profunda.
Eras uma das pessoas mais importantes da minha vida, eras o meu bebezinho, a minha companheira, a minha melhor amiga, a minha ouvinte, a minha avó. Era para ti que eu corria quando estava triste, eras tu que tomavas conta de mim e me davas sempre um “garoto”, bolos de doces de ovos e kinder ao final da tarde, era de ti que eu ria por causa das tontices que dizias pela doença que tinhas, eras a minha maior admiradora e amavas-me mais do que a tudo neste mundo.
Costumávamos rir tanto por sermos tão diferentes de todo o resto da família… éramos tão iguais. Hoje sinto que sou a continuação de ti… sou igual a ti e tenho orgulho nisso.
Ainda hoje de manhã pensei em ti, tal como penso todos os dias. Estava a pensar no meu casamento e lembrei-me que não estarás lá para o ver. Nem sequer o meu noivo conheceste... Não imaginas o quanto isto me dói, não imaginas, não imaginas!!
Ainda hoje de manhã pensei em ti, tal como penso todos os dias. Estava a pensar no meu casamento e lembrei-me que não estarás lá para o ver. Nem sequer o meu noivo conheceste... Não imaginas o quanto isto me dói, não imaginas, não imaginas!!
O teu desaparecimento foi o pior que me aconteceu na vida e não há nada que me doa mais do que pensar em ti. Amava-te e ainda te amo… viverás para sempre em mim, avó.
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