terça-feira, 13 de outubro de 2009

Hoje na minha mente escrevi-te uma carta que dizia tudo o que penso de ti e tudo o que sinto. Que carta... Era a carta que precisava exactamente de te escrever naquele momento... era ser sincera até ao mais alto grau da sinceridade e da profundidade dos meus sentimentos. Pensei em transcrevê-la de facto para papel ou  responder à tua mensagem da forma como merecias que respondesse... mas quando tentei... desisti! Era demasiado oficial, admitir o que não quero admitir mas que sei que é a verdade.

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