Uau! Bati o meu recorde! Mais de 3 mês sem postar nada. Peço desculpa aos meus poucos leitores mas desde que começou o semestre que não tenho tido tempo para nada. Aliás, não é só culpa do tempo… sinceramente todos os dias venho aqui e penso: Vou escrever sobre… Mas depois não saí nada, por mais que tenha a dizer, não sai nada.
Não sai nada nem para o blogue nem para os trabalhos da faculdade... aii aii!
O semestre está no fim e, como não consigo fazer os trabalhos, aproveito e venho escrever aqui…
Hoje venho falar de um dos assuntos que já foi o mais importante para mim: a amizade (já falei uma vez, acho eu... mas apetece-me de novo). Já foi o mais importante, no entanto isso não significa que hoje em dia já não seja importante. Simplesmente já não o vejo como via antes.
A amizade, desde sempre, foi o que mais importava para mim. Estava acima de praticamente quase tudo.
Há pouco tempo alguém me disse, e eu concordo, que a amizade é como as estrelas: nasce, tem uma duração (mais ou menos longa) e morre. Enfim… é como tudo, mas eu não acreditava nisto. Sempre me disseram isto mas eu negava e teimava em não acreditar. Para mim a amizade era uma força que nada poderia destruir… Estava enganada.
Pronto, descobri que nada é efémero. Quase todas as grandes amizades que já passaram pela minha vida, já se foram. Ficam as recordações… isso nada é capaz de destruir. Boas recordações são aquilo que nos dificulta acreditar que a amizade já não existe. De qualquer forma são uma forma de as manter vivas na nossa mente.
Estou triste. É sempre difícil aceitar que uma amizade já possa ter morrido… o pior é que só começo a acordar para esse facto agora e percebo que já se foi à bastante tempo, anos mesmo…
Como perceber? Bem… Se não houver nada a dizer, apenas um silêncio incomodativo, então é porque já acabou. Ou se as palavras não forem acompanhadas de acções, então já não vale a pena, por exemplo se alguém vos disser muitas vezes “quero estar contigo” “tenho saudades tuas” “gosto muito de ti” e passar um ano inteiro sem se verem e essa pessoa disser “desculpa é que não tenho tempo nenhum”, então já não há nada a fazer.
6 anos de Henrique
Há 7 anos
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