segunda-feira, 27 de agosto de 2007

I have a dream

Desde pequena que sou uma rapariga sonhadora. Quando era pequenina adorava inventar histórias para os meus bonecos, e imaginar-me nelas. Fui crescendo… mas nem por isso a imaginação morreu. Assim continuava eu a inventar histórias na minha cabeça, a imaginar-me lá, a viver e deliciar-me com toda essa ficção. Sempre sonhei que quando “fosse grande” seria capaz de tudo o que queria e nunca diria nunca. Assim continuo eu. Às vezes tenho medo. Também se o medo não estivesse presente, as coisas não seriam tão apreciadas. E por isso, não é o medo que me derrota.
Tenho uma característica que me surpreende muito que é o facto de quanto mais me disserem: Desiste, não vais conseguir! Se eu realmente quiser aquilo, então ainda mais confiança tenho em mim de que vou conseguir, e além de conseguir, sei que vou ser muito boa em tudo o aquilo a que chegar… pelo menos se sonhar com isso, eu consigo. Tenho a certeza.
Já tive muitos sonhos, mas neste momento o meu maior sonho é ir para o curso de psicologia, é ser boa no curso e, acima de tudo, posteriormente, ser uma grande psicóloga…mesmo estando tudo a apontar para o fracasso.
Faltam 4 décimas… mas eu acredito que entro. Se não entrar… entro para o ano. Se não entrar para o ano… nem que leve 5 anos. Eu vou entrar!
Com tudo o que vou ter que conciliar com a faculdade, estudar vai ser muito complicado… mas eu vou conseguir. Eu sei!
O futuro dos psicólogos é o desemprego… eu vou trabalhar… e mesmo que não consiga trabalhar na área da psicologia, ao menos tive 5 anos da minha vida em que concretizei o meu sonho, lutei, estudei o que quis, e realizei-me.

Continuem-me a dizer que eu não vou conseguir. Continuem a dizer que sou parva em seguir o que sonho porque não é o sonho que me vai dar trabalho… continuem a tentar derrotar-me, mas eu não estou derrotada e não vou sair derrotada e sabem porquê? Porque eu não quero.

Não quero lutar por uma vida banal, por uma vida em que não busque nada a não ser a comodidade e a certeza. Luto pelo que quero, luto para quando for velha olhar para trás e ver uma batalha. Essa batalha que é a vida. Eu quero viver, não quero observar a vida nem fazer dela um simples sonho.

Desistir… isso sim é a derrota antes da batalha, é a morte antes da vida.

Eu sonho, eu consigo…

Porque quero!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Se eu pudesse...

Quantas vezes damos por nós a dizer “se eu pudesse…. mas não sou eu quem manda”. É comum ouvir-se pessoas que fazem ou sentem algo que não lhes faz bem dizerem que se pudessem acabar com isso acabavam, mas que não têm culpa porque não são elas quem controla, quem decide.
A questão é: até que ponto será verdade?
Ainda hoje dei por mim a dizer algo parecido a mim mesma – “Se pudesse deixar de sentir isso… mas não sou eu que controlo, não tenho culpa, não consigo”.
Acho que passamos a vida a enganar-nos constantemente a nós mesmos. E o pior é que temos consciência disso (penso eu) mas mesmo assim conseguimos acreditar nas nossas próprias mentiras.
Estranho!
Sinto algo que no início pensei que passaria rápido, mas passados 11 longos meses isso não desapareceu, aliás começou por aumentar a cada mês que passava, até que passou a aumentar a cada semana, e continua… Eu “se pudesse” já não o sentia, porque traz muita coisa negativa. Porém, apesar de eu já não querer sentir isto, e “não ter o controlo” para pôr off, eu quero-o. Não morreu porque eu também ainda não parei de o alimentar.
Acredito que somos capazes de tudo, mas também acredito na grandeza da mente e do quanto podemos ser uns seres verdadeiramente complicados.
O ser humano é conhecido por ser um ser racional. Se é racional, logo tem poder para se controlar. Estamos sempre a ouvir “tu consegues, não és nenhum animal” (somos, mas isso é outra história), e coisas parecidas. Na verdade, nós não nos controlamos, nós não temos o poder do controlo de nós mesmos concentrado em nós e no nosso racionalismo, somos é controlados por nós. Confuso – somos controlados por nós, mas não nos controlamos. A nossa mente é o que nos controla, nós não a controlamos. Então se a mente controla e nós somos a mente, o que é que ela controla? Quem somos nós?
Não podemos simplesmente dizer “amanhã já não sou faço determinada coisa porque eu tenho o poder”, pois não sou eu quem manda, mas ao mesmo tempo sou a mente e o poder está em mim. Quem é que manda afinal? A mente. De quem é a mente? É nossa. Quem somos nós? Digamos que um resultado do que ela faz… Hum…
Isto tudo para dizer que apesar de eu já não querer sentir isto porque começa a magoar e muito, lá no fundo, bem fundo, eu quero e é por isso que ainda “não consegui”. Lá no fundo eu gosto do que sinto.
Bolas, não fazes parte do que eu quero que faças, mas a minha mente construiu-te e agora já fazes. Quero expulsar-te, mas és o convidado dela…
Porque é que gostamos de uma coisa que nos faz mal? Talvez inconscientemente pense que um dia poder-se-á transformar numa coisa boa… A razão diz-me que não, mas lá dentro algo diz que há sempre uma probabilidade. A razão diz-me que já não quero mais, mas eu digo que quero. A razão diz que não vale a pena e lá dentro digo “que raio de post é este?”

A Julia Roberts esteve em minha casa

Por acaso... digamos que o sorriso não engana!



mas o nariz é que é mesmo chapadinho...

Come what may...

Never knew I could feel like this
Like I've never seen the sky before
Want to vanish inside your kiss
Every day I love you more and more
Listen to my heart, can you hear it sings?
Telling me to give you everything
Seasons may change, winter to spring
But I love you until the end of time

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste
It all revolves around you
And there's no mountain too high
No river too wide
Sing out this song and I'll be there by your side
Storm clouds may gather
And stars may collide
But I love you until the end of time

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

Oh, come what may, come what may
I will love you, I will love you
Suddenly the world seems such a perfect place

Come what may
Come what may
I will love you until my dying day

Moulin Rouge

sábado, 23 de junho de 2007

Novo chat nacional

Preparem-se para a nova gama de chat's nacionais. Da autoria de alguém chamado Bounty, o chocolate. Aí vem um fantástico chat, onde poderão não só fazer comentários como conversar em tempo irreal!
Impressionante!!!
Não acreditam? É demasiado à frente para estar a acontecer já no séc. XXI?!
Pois vejam com os vossos próprios olhos (ou óculos já que não tiram os olhos do pc, e se tiram, vão deixar de tirar quando conhecerem esta maravilha):
https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16565474&postID=475702202112026225
TXARAM!!!!

P.S: Não me agradeças amiga, é meu dever dar a conhecer a tua invenção que irá transformar o futuro! RODA? Uffff... qual quê!

MARAVILHA!!! :')

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Exame Nacional de Português

Só tenho uma coisa a dizer sobre o exame nacional de Português:

Onde é que já se viu um exame de Português sem exercícios de... gramática?!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Há doidos para tudo!

Há quem tenha um blog para sentir que se é bom nalguma coisa...

....e há quem tenha um blog para se sentir mais estupido do que já se é!


Ah! Vamos para o post mais pequeno do mundo?

Vamos!
Onde é que é?
É AQUI!!

Porquê?

Porque é que cada vez que começo a estudar dá-me sono?

Porque é que cada vez que acordo dá-me vontade de estudar e quando começo a estudar quero deitar-me de novo?

Porque é que quando me deito não tenho nem sono nem vontade de estudar?

O que é que é pior do que estar apaixonada?

É estar apaixonada ao quadrado!

terça-feira, 5 de junho de 2007

Amizade

Um dia a maioria de nós irá separar-se;
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora;
Das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risose momentos que partilhamos;

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperasdos finais de semana, dos finais de ano, enfim...do companheirismo vivido;

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre;

Hoje não tenho mais tanta certeza disso;

Em breve cada um vai para seu lado;Seja pelo destino ou por algum;desentendimento, segue a sua vida.Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...Aí, os dias vão passar, meses...anos...até este contacto se tornar cada vez mais raro.Vamo-nos perder no tempo...

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:- "Quem são aquelas pessoas?

"Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos daminha vida!"

A saudade vai apertar bem dentro do peito.

Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto...reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.

E, entre lágrima abraçar-nos-emos.

Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia emdiante.

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a suavida, isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes quea vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causade grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"


Fernando Pessoa

domingo, 27 de maio de 2007

Começamos a apercebermo-nos que estamos a crescer quando:

- deixamos de ver desenhos animados
- gostamos de filmes com legendas
- ouvimos o que todos os outros ouvem
- os nossos pais deixam de ter sempre razão
- pensamos que aquele chocolate se calhar é desnecessário
- a escola deixa de ser uma festa
- as nódoas negras deixam de ser fixes
- os colegas já não nos chamam nomes pela frente e no dia seguinte está tudo bem
- preocupamo-nos em não sujar a roupa
- começamos a pensar em trabalhar
- temos medo de não ir mais além

Será que estou a crescer?

Comecei a trabalhar e isso assustou-me, por isso, fui ver o Canal Panda. Já não o via há séculos - Que estupidez a minha. Viva o Doraemon!

Tenho saudades de ser pequenina (quer dizer, mais pequenina porque o meu 1.59 m não me parece grande coisa ainda...). Não há nada como ser criança e deixar a razão em casa.

Bem, só existem duas razões para alguém fazer um posts destes: Ou não tem nada para fazer... ou é mesmo muito infantil!!


terça-feira, 8 de maio de 2007

Como começa o meu dia

TRIMMMMMMMM

Acordo.
«Tenho de abrir os olhos!»
«Não consigo.»
«Força pá!»

Abro os olhos.
Volto a fechar.
«Tenho de me levantar!»
Adormeço.
Acordo.
«Abre os olhos!»
«NÃO!»
Abro os olhos.
«Bolas! Estou atrasada!»
Levanto-me.
Corro.
Vou à casa-de-banho.

O dia começou!! (Sim, começa na casa-de-banho)

Depois queixo-me que acordo cansada... Claro! Estranho seria o contrário. Já agora, alguém me trás um cafézinho? Não? ... está bem.

domingo, 6 de maio de 2007

O primeiro comentário é sempre o mais desnecessário

Porque é que se dá mais valor a uma mulher magra do que a uma gorda?

Reparem, as mulheres gordas têm muito mais utilidade:
- Se não tiverem uma almofada, ela serve;
- Se não tiverem comida, ela não morre;
- Se sairem com ela à rua, ninguém a rouba;
- Se precisarem de se esconder, "ela tem as costas largas".

Já as magras:
- Se não tiverem almofada, ela serve... se tiverem uma cabeça de pedra;
- Se não tiverem comida, ela desmaia por uma baixa de tensão;
- Se sairem com ela à rua, os camiões param todos para assobiar;
- Se precisarem de se esconder, mais vale procurarem um poste largo (lá está!).

Apelo a todas as mulheres que se unam por esta causa - "Gordura é formosura... E a minha é maior que a tua!"
OLÁ!
Decidi criar este blog porque me fartei do meu antigo blog... É sempre uma boa razão, não?
Enfim, ainda não sei o que vai sair daqui, nem mesmo sobre o que será, por isso, se alguém estiver a ler isto, aconselho a não voltarem cá... O tempo é precioso!

Pronto, este é o primeiro post do Conversa Afiada - um blog que não pretende fugir ao título - a não ser à hora de jantar.